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segunda-feira, janeiro 30, 2006

O que é que falhou?



Será que foi aberto demasiado cedo?

Ou a comparação com o Vale Meão 2000 terá sido injusta?

5 comentário(s):

Luis Picado disse...

Vinho demasiado a restringente. Deixou uma sensação desconfortável de “língua de cortiça”. O Vale Meão estava num nível acima, pleno e continuo. O JPM concorda comigo.
Em suma: o Osborne não foi naquela noite e naquele momento o meu estilo de Porto...contudo, ainda teremos outros encontros, outras oportunidades.

Nuno disse...

Não vou tão longe, mas penso que uma prova dentro de 2/3 anos será bem mais aprazível

ricardo disse...

Não queria deixar passar esta oportunidade para dar as boas vindas ao Luís, é o primeiro participante, infelizmente não tem direito a prémio.

Relativamente à comparação entre o Osborne e o Vale Meão está enquinada à partida uma vez que têm 3 anos de diferença, e nestes casos faz muita diferença. Não gostei muito do Osborne, mas estou como o wine4ever, vou esperar para ver.

rui disse...

"Um nariz com nuances de tinta-da-china, cereja preta, pouco casado, ainda com apontamentos alcoólicos. Na boca está carregado de taninos, meio seco na textura mas forrado de fruto muito doce, também ainda por casar, termina carnudo." (91 pontos, João Afonso, Anuário de Vinhos 2006)

"Muito vegetal no aroma, notas de casca de árvore, aliada a ligeira nota floral, sem evidência de fruta. Bem estruturado na boca, cheio, todo muito redondo, com muita classe, é um vintage de grande nível." (18 valores, Revista de Vinhos, Guia de Compras dos Vinhos Portugueses)

"Prova de 2005.O vinho está ainda um pouco cru, com a aguardente ainda pouco casada com o vinho. Dá ideia que é daqueles casos em que, mesmo querendo bebê-lo novo, será melhor esperar algum tempo. Bem na boca, taninoso e bom corpo, é um vinho que poderá vir a compor-se em cave." (6 pontos, João Paulo Martins, Vinhos de Portugal 2006)

"A fruity young Port with medium sweetness and firm and silky tannins. Not a big wine but nicely balanced. Appears to be a early maturer." (85-88 pontos, James Suckling, Wine Spectator Online)

Ora bem, face a isto, não sei o que dizer. Segundo o JA o vinho “está forrado de fruto doce”, o qual é contrariado pela RV (do qual faz parte do painel de provadores) que escreve “sem evidência de fruta”. A WS corrobora o primeiro “A fruity young Port”. O JPM por ventura mais cauteloso opta por não referir se é mais vegetal ou mais frutado. Depois as contradições continuam referindo-se uns como um vintage cru, ainda pouco casado (aqui estão de acordo os provadores JA e JPM) e a RV a afirmar que não, que está “Bem estruturado na boca, cheio, todo muito redondo, com muita classe”. A WS alinha num meio tom e escreve que não é um grande vinho mas está bem balanceado.

As perguntas que se impõem são: “Será que provaram todos o mesmo vinho? Será que as amostras enviadas pelo produtor variaram conforme o destinatário? Será é normal uma tal disparidade de prova de um vintage novo?” – isto para não insinuar nada de mais grave, claro.

Eu que não tenho livros na praça e que não recebo para escrever em revistas da especialidade deixo aqui a minha opinião:
“Fruta nem vê-la. Vegetal, vegetal. De corpo médio (principalmente se comparado com outros vintages de 2003 – um ano de vintages maduros e gordos). Taninos bem presentes. Cru. A notar-se ainda a aguardente. Não beber agora. No futuro não sei que não sou adivinho.” (2/5 rolhas)

Anónimo disse...

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