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quinta-feira, janeiro 11, 2007

2006/4º Trimestre - Descrições RC

No post anterior foram publicadas tabelas com as notas de prova (rolhas) dos vinhos bebidos por cada um dos membros deste blog no período referido no título. Como sou o mais desavergonhado, apresento, para os leitores mais curiosos, as descrições das provas efectuadas. Como é óbvio, a introdução feita no post anterior referido é valida para as descrições que se seguem.

O texto abaixo segue o seguinte fluxo: vinho -> rolhas -> descrição de prova

Tintos

Adega Pegões Trincadeira - 2004 - 2 - Muito verde. Azeitonas. Carregado, forte, com sabores vegetais demasiado em evidencia. Não dá grande prazer a beber. Não sei se o tempo levará o excesso de verde.

Antonio Maria - 2002 - 3 - Mentol, eucalipto e cedro dominam o aroma. Na boca esta particularidade do aroma torna-o um vinho fresco mas para mim é excessivo o sabor a "Halls". Um vinho não deve saber a rebuçado para a garganta. Fortemente penalizado por este desequilíbrio.

Barca Velha - 1999 - 3 - Dos poucos vinhos que conheço com instruções no rótulo tão claras e precisas na forma como deve ser bebido. De pé dois dias antes de abrir, a seguir decantar 2/3 antes de beber e servir a 16/18º. Fácil de seguir se eu tivesse lido o rótulo antes de jogar-lhe a mão quando me decidi abri-la no almoço do dia anterior ao Natal. Ainda assim, esta informação de última hora não me demoveu. Faltava uma hora e pouco para o almoço e portanto tratei de decanta-la imediatamente resguardando meio copo para provar imediatamente. Muito boa cor com vermelho forte e vivo. Aroma fechado com ligeira melhoria após a tal hora de decantação. É triste utilizar a adjectivação que se segue num vinho como este mas não me ocorre outra: boca agradável com notas de fruta e algum mato seco. O final mostra alguma garra a dizer-nos que ainda pode evoluir. Apresenta algum depósito e por isso a necessidade de descanso ao alto uns dias antes. No resto, dizer que ainda não foi à segunda tentativa (agora em casa com calma) que fiquei satisfeito, continuando assim desapontado com a sua prestação. Em relação à prova anterior (ver notas do trimestre passado) não o achei tão acídulo e daí ter-lhe subido a “rolha”. Só me resta mais uma garrafa, e por isso, para a próxima deixo ao alto quatro dias antes e decanto muito devagarinho com cinco horas de antecedência enquanto faço o pino. Se ainda assim ... então desisto. Volto a tentar quando perceber de vinho.

Batuta - 2004 - 5 - Aroma fechado com fruta fresca a equilibrar a madeira. Fresco e elegante na boca. Excelente acidez. Ligeiro herbáceo e secura final. Quanto mais bebia mais gostava, dado o último gole exclamei: “Temos um cinco!” Não é para fazer nenhum favor ao Dirk Niepoort, pois ele não precisa, mas já o anterior 2003 foi dos poucos vinhos tintos que lhe dei 5. Gosto mesmo disto.

Brites de Aguiar - 2003 - 3,5 - Topo de gama da casa que faz o Bafarela. Aroma quente a fruta madura. A boca é incoerente com o aroma pois não confirma o guloso nariz. Apresenta-se mais austera, até mesmo com algumas notas vegetais e o final é ligeiramente apimentado. É também um vinho que é capaz de melhor com uns meses (poucos) de garrafa.

CARM Reserva - 2003 - 4 - Muito guloso, muita fruta. Falta-lhe complexidade para atingir outros píncaros. Servir a temperatura correcta para não enjoar. Sugiro uma boa carne grelhada para "absorver" os taninos.

Casa Burmester Reserva - 2004 - 4 - Bonita cor violeta, intensa mas não opaca. Nariz contido, com as notas de fruta silvestre amparadas por outras de feno e mato seco. Suave, apetitoso invés de guloso, termina com alguma persistência e sem cansar. Gastronómico, é um vinho que pede comida. Álcool equilibrado.

Chryseia - 2004 - 3 - Este vinho já o tinha provado anteriormente e voltei a ficar com a mesma impressão. Muita baunilha no aroma. E eu embirro com a baunilha. A boca continua doce com fruta madura e chocolate branco. É preciso beber um pouco mais fresco para que os baunilhados e fumados da madeira não se tornem enjoativos.

Dado - 2003 - 3,5 - Muito fechado. Muita cor ainda. Balsâmicos. Notas de caruma. Pinheiro. A boca é firme com o Dão a dominar o Douro e algumas especiarias finais. Gostei mas para beber com comida.

Damasceno - 2005 - 3 - Pouco aromático. Muito novo na cor e na boca. Muita fruta e ligeiro doce. Tem ainda algumas pontas por arredondar. Mais um a apostar apenas na muita fruta e esquecendo a palavra "equilíbrio".

Esporão Reserva - 2003 - 4 - A altura em que foi bebido não era fácil. Jantar de sábado a seguir ao Encontro com o Vinho. A verdade é que portou-se muito bem. De aroma morno, tipicamente alentejano, a boca apresentou-se suave, fácil, equilibrada com notas apetitosas de fruta e alguma especiaria. Bem feito com a madeira muito bem integrada, não cansa a beber. Cada vez mais ando a gostar de vinhos fáceis de beber. Ainda não percebi se é bom ou mau ...

Fiúza Três Castas - 2004 - 2 - Carregado na cor. Aroma a "vinho" (como lhe chamaria o meu pai). Vinoso, muito novo e desengonçado. Precisa de um prato que lhe apare os excessos de rebeldia porque a solo é complicado.

Herdade de Pias Reserva - 2003 - 3,5 - Fresco, com notas balsâmicas a lembrar um vinho do Dão. Em prova cega falhava de certeza. O "pouco" grau (13) também ajuda. Nota-se já uma certa evolução quer na cor quer na boca que se apresenta macia, fresca, sem grande corpo e com fácil beber. Muito agradável.

Herdade dos Grous - 2005 - 3 - Muito fruta madura. Ameixas pretas. A boca tem um travo final químico. Algo curto. Cumpre mas parece-me muito novo.

Herdade dos Grous Ed. Especial 23 Barricas - 2004 - 3 - Muita fruta. Muito novo. Muita concentração. Aroma a fruta madura e algum doce da madeira. A boca é muito curta para um vinho deste preço. Falta-lhe complexidade e alguma acidez. Não sei se o tempo fará alguma coisa boa por este amigo.

Herdade Portocarro - 2004 - 1 - Primeira edição de um novo produtor. Notas de baunilha e tostados marcam o aroma e cobrem a fruta. Na boca volta-se a sentir a madeira com um final adstringente, extremamente herbáceo e amargo. De prova muito difícil e sem dar nenhum prazer a beber, não consigo perceber o posicionamento no mercado deste vinho: qual é o target?

Lavradores Feitoria Grande Escolha - 2003 - 4,5 - Inicialmente apresenta um aroma redutor. Das três garrafas abertas apenas a última não tinha este "cheiro a garrafa". Foi sempre decantado mas depois não lhe foi dado tempo pois a malta estava cheia de sede. A verdade é que depois de estar no copo um pouco este cheiro desagradável desapareceu dando lugar a uns agradáveis e não enjoativos tostados. Na boca é muito apetitoso com longa persistência e notas a especiarias apimentadas. Na boca é um 5 (dos que mais gostei no ano) mas perde aqui meia-rolha devido ao aroma inicial.

Montes Claros Reserva - 2002 - 1 - Cor evoluída. Notas de madeira velha, já pouco fruto. Pouco corpo, sem nada que nos entusiasme. Apenas para saudosistas de vinhos sem fruta e com sabor a carvalho. Muito fraco.

Pintas - 2004 - 4 - Aroma fechado com ligeiro cedro. Na boca parece um vintage novo. Ainda pensei que se tivessem enganado na garrafa e tivéssemos a provar a versão vinho do porto. Uma bomba de fruta preta madura, doce, guloso com chocolate. Perigosamente e excessivamente esmagador. Penalizado na nota, pois bebe-se facilmente o primeiro copo mas corre-se o risco de enjoar. Guardar uns meses de garrafa para lhe retirar algum do excesso próprio da juventude.

Qt. Alorna Reserva Cabernet Sauvignon e Touriga Nacional - 2003 - 4 - Começar por dizer que gostei. Equilíbrio entre notas de fruta e os balsâmicos quer no aroma quer na boca. Algum vegetal agradável. Muito gastronómico, bebe-se facilmente e com muito agrado.

Qt. das Baceladas - 2003 - 3,5 - Baunilha, leite condensado, frutos silvestre. Agradável. Na boca os frutos silvestres dominam com o final guerreiro da Baga. Acho que daqui a 6 meses está melhor.

Qt. Javali Reserva - 2004 - 3 - Aromas estranhos que depressa desapareceram com a decantação. Mais notas vegetais do que a fruta. A boca é desengonçada com os vários elementos a lutarem cada um para seu lado. Não é fácil. No entanto, no meio desta confusão e depois de nos habituarmos até nos deixa um sabor agradável final. Daí ter acabado por até gostar do vinho.

Qt. Quatro Ventos - 2004 - 3,5 - Muita fruta e notas de baunilha. Doce. A boca continua doce com leve sensação alcoólica. Ainda muito novo pois os 14,5º de álcool notam-se que no aroma quer na boca. Como tem uma muito boa estrutura é capaz do tempo amenizar a presença do álcool e dar-lhe um maior equilíbrio. Assim, no início pode encantar mas depressa cansa.

Qt. Vale Meão - 2004 - 4,5 - O aroma apresentou-se muito fresco com notas de fruta vermelha e ligeiro verde balsâmico. Na boca o primeiro impacto é da fruta madura mas depois a madeira toma conta do final com secura “amadeirada” e ligeiros apimentados. Precisa de algum tempo no copo e comida que lhe amenize os taninos. Em relação à edição anterior, pareceu-me mais fresco no aroma e mais marcado pela madeira na boca (resultado, talvez, do ano menos quente).

Qt. Vallado Reserva - 2004 - 4 - Carregado com notas de fruta madura. A boca é gulosa a mostrar-nos fruta de qualidade e bem madura. Um vinho que facilmente impressiona a assistência pois tanto dá prazer a beber a solo como a acompanhar uma posta de boa carne. Gostei mais deste do que o se irmão de 2003 na mesma altura (ou seja, após ter saído para o mercado no ano passado) pois não a madeira não me pareceu tão presente.

Qt. Vallado Reserva - 2003 - 4 - Bebi este vinho mais ou menos há ano e na altura escrevi aqui que estava muito marcado pela baunilha no aroma (coisa com a qual embirro). Passado este tempo, encontrei um vinho muito aromático com as notas de fruta já bem expostas mas ainda algo doce. Boca muito agradável com a fruta sempre evidencia e já com os taninos domesticados dá grande prazer a beber. Faltou-lhe uma maior complexidade para atingir uma “rolha” maior.

Redoma - 2004 - 3,5 - Notas balsâmicas. Algum pinheiro. Fresco. A boca apresenta-se muito carregada com a fruta amparada pelo carácter vegetal sentido no aroma. Final guerreiro com necessidade, nesta fase, de termos um prato que aguente a “carga de ombros” dos taninos.

Tapada do Barão - 2004 - 1 - Geralmente não falo na cor porque não gosto de me repetir e na maioria das vezes só conseguiria alternar entre duas ou três designações (opaco, retinto, rubro). Ou seja, se não falar da cor podem assumir que está dentro da normal palete cromática para tintos. Neste vinho fiquei espantado com a cor já bastante acastanhada demonstrando uma enorme evolução para um vinho de 2004. Estranho. Será que passou meio ano ao sol? As duas garrafas abertas apresentavam os mesmos sintomas e o restaurante estava a fazer promoção deste vinho (grande redução de preço). Tentativa rápida de “largar” stock? No resto achei muito fraco. Sem corpo, sem fruta, deslavado e sem conseguir agradar a ninguém na mesa. Nem parecia Alentejano ...

Viseu de Carvalho - 2003 - 3 - Topo de gama da casa que faz o CSE. O vinho apresenta um aroma fechado a frutos silvestres e esteva. Boca austera com ligeiro vegetal final e ardor alcoólico. Falta-lhe uma certa elegância e de mais um meses em garrafa para afinar o final.

Domaine V.Prunier Saint-Aubin - 2003 - 2 – Vinho francês de St. Aubin, uma das “aldeias” demarcadas da Côte de Baune na Borgonha. O rótulo indica-nos que é um premier cru da região. Como vim a saber mais tarde, esta designação na Borgonha vale quase nada. O que é supostamente bom, raro e caro são os que dizem grand cru. Este, é um Pinot Noir levezinho, suave com algumas notas de fruta vermelha. Não aquece nem arrefece. Ou como eu costumo: “Não tem espinhas mas também não tem carne”.

Vega Sicilia "Valbuena" Reserva Año 5º - 2001 - 3,5 - A cor já denota alguma evolução. O aroma fresco a feno e esteva dominam a fruta. A boca é fresca e macia, a finalizar com notas seca de mato. Bebe-se facilmente com agrado. Teve azar com um dos companheiros de prova (Pintas) que estava quase no estremo oposto e que o abafava. Um vinho que se manteve muito tempo fresco e que vai melhor sozinho ou com um prato menos pesado.



Generosos

Casa Sta. Eufémia - 1999 - 2 - Aroma doce a rebuçado de frutos vermelhos e ligeira erva-doce. A boca é fácil com as notas licorosas a dominarem a prova. Sem grande corpo, faz lembrar um LBV filtrado para consumo fácil.

Croft Vintage - 2003 - 3,5 – Aroma um fechado e austero. Sem vontade de nos mostrar do que é feito. A boca é poderosa com os taninos a mostrarem as suas garras e a dizer-nos que por agora é complicado. Alguma especiaria final. Não aposta na doçura da fruta como outros. Deste ano, até agora foi dos mais difíceis de beber (o mais difícil, e de longe, foi o Qt. Carvalhas).

Fonseca LBV - 2000 - 2 - Outro vinho já provado e aqui classificado. Outra vez a mesma impressão. Muito doce, muito rebuçado. Fácil. Até pode ser muito bom mas não é o meu estilo.

Fonseca Tawny 20 anos - 20 anos - 2 - A cor parece-me mais avermelhada do que o habitual para um 20 anos. Algumas farripas de casca de laranja e frutos secos no aroma, mas sem impressionar. A boca é muita (e apenas) noz. Acidez elevada. Não me convenceu. Até agora, a Fonseca para mim é vintages, o resto ...

Krohn Vintage - 2003 - 3 - Aroma fechado com todas as componentes em equilíbrio. A boca é fácil com a fruta a marcar presença mas sem a garra que caracteriza um vintage novo. Leve especiaria final torna este vintage de 2003, sem grande brilhantismo, dos mais fáceis de beber agora em novo.

Niepoort LBV - 2001 - 3 - Dentro dos filtrados, é dos melhorezinhos que já bebi. Nota-se a falta de corpo para aguentar a acidez e os taninos mais aguerridos. Ou seja, tem alma de vintage mas corpo de LBV filtrado o que o leva ficar num meio caminho: nem agrada aos que preferem LBV fáceis e doces, nem agrada totalmente aos que gostam deles mais parecidos com um vintage novo (que é o meu caso). De qualquer maneira tem do seu lado o facto de não ser enjoativamente doce como a maioria dos LBV filtrados que conheço e pois isso as minhas três “rolhas”.

Qt. Infantado LBV - 2000 - 3 - Sou um apreciador dos LBV da Qt. Infantado. Desde dos famosos 1994 e 1996. Este já tinha bebido anteriormente e desta vez fiquei com a mesma sensação: parece-me não fazer jus aos seus antecessores. Rude com amargor final.

Qt. Vale Meão Vintage - 2003 - 4 - Já o tinha provado no 1º semestre e não o achei tão bom como agora. O aroma apresenta fruta e notas de pinheiro balsâmico. Na boca é o chocolate que domina. A grande diferença para a prova anterior é que desta vez pareceu-me que os taninos não se encontravam tão rebeldes o que permitiu uma prova mais prazenteira. Muito bom.

Taylor's Qt. Vargellas Vintage - 2004 - 3,5 - De cor bem carregada, no aroma as notas de fruta estão lá mas são prejudicadas por forte presença dos aromas “anisados” (porventura para os enólogos é este o tipo de aroma pretendido pois confirma que tem espaço para evoluir mas eu embirro com o aroma forte a anis (ou erva-doce)). A boca tem muito chocolate e a força típica dos vintage da Taylor's enquanto novos (em detrimento da elegância - como por exemplo os Fonseca).

8 comentário(s):

Vinho da Casa disse...

Belos vinhos se beberam num trimeste!

O LBV da Niepoort é não filtrado, embora não o diga na garrafa.



Um abraço

rui disse...

Caro Frexou,

esse LBV é realmente um enigma e porquê? Tudo me diria que não é filtrado (tem estrutura de não filtrado, tem rolha de cortiça "normal") no entanto eu escrevi que é filtrado porque neste último Encontro do Vinho e dos Sabores fiz essa pergunta ao representante da Niepoort que se encontrava no stand e ele respondeu-me que era filtrado. Posto isto, ou o homem também não sabia e tens razão ou então tinha ele razão e é realmente filtrado.

De qq maneira, retire-se a minha referência ao facto da filtragem do mesmo e substitua-se por este apelo: "coloquem no rótulo do vinho explicitamente se este é filtrado ou não filtrado". Provavelmente colocar no rótulo a palavra "Filtrado" tem uma certa carga negativa junto do consumidor e daí a recusa em fazê-lo. Por isso proponho que se arranje maneira de vender o conceito através de um termo com mais glamour mas que significa o mesmo. Por exemplo, a palavra "Primed", soa bem e segundo o dicionário:

Primed
v. tr.

1. To make ready; prepare:
...
v. intr.
To become prepared for future action or operation.

Ou seja, preparado para beber.:)

Um abraço,
RC

p.s.(1) Http://dictionary.reference.com/
browse/primed
p.s.(2) Pena que não possas estar presente no jantar de amanhã. Boa sorte para os exames - o segredo está em ficar ao lado de quem sabe.:)

Vinho da Casa disse...

Segundo o livro do Richard Mayson, "O Porto e o Douro", os LBV's da Niepoort não são filtadros...

Agora se o representante o disse.
WEIRD

rui disse...

Frexou,

Por isso luto para que seja obrigatório esclarecer o consumidor. Para que não haja confusões. Os produtores têm medo do quê?

Um abraço,
RC

Nuno de Oliveira Garcia disse...

Que belas provas! Tenho apenas algumas divergências em 3/4 vinhos que gostei particularmente (António Maria, Her. Pias Reserva, Portocarro) mas falamos pessoalmente hoje.

Grandes abraços, venham mais trimestres desses...

N.

rfgaspar1976 disse...

Ficamos à espera dos comentários ao vosso jantar. São sempre interessantes de ler.

Bom Jantar.

Abraço,
Renato

rui disse...

Nuno,

Espero bem que o trimestre que começou seja mais calmo pq a minha carteira não anda a achar muita piada.:)

Até já,
RC

p.s. Ainda bem que há divergências senão íamos falar do quê? Falar da unanimidade não tem interesse.

rui disse...

Caro Renato,

"cheira-me" que vai ter várias versões para ler, não se preocupe.

Um abraço,
RC

p.s. Bem vindo ao nosso blog.

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